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Curso de ISO 17025
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Exclusivo para empresas

Curso de ISO 17025

4,7

Domine todos os requisitos da ISO 17025 e posicione o seu laboratório para uma acreditação bem-sucedida. Este curso abrange a totalidade da norma — desde a estrutura organizacional e a gestão de recursos até à incerteza de medição e à prontidão para auditorias. Esteja a iniciar a acreditação pela primeira vez ou a manter a conformidade, adquirirá o conhecimento prático para o fazer corretamente.

Dedika para alunos

O que a sua equipa vai dominar:

Este curso guia-o por cada cláusula da ISO 17025, desde a terminologia fundamental e os requisitos organizacionais até aos processos técnicos e obrigações do sistema de gestão. Aprenderá a estabelecer quadros de competências do pessoal, gerir a calibração de equipamentos e construir cadeias de rastreabilidade metrológica. O curso abrange a validação de métodos, a gestão de trabalho não conforme e o reporte de resultados em conformidade. Desenvolverá também capacidades de pensamento baseado no risco e aprenderá a conceber um programa de auditoria interna. No final, saberá exatamente como se preparar para uma avaliação de acreditação e responder com confiança às constatações dos avaliadores.

Como a sua equipa estuda de forma prática Curso de ISO 17025

Como a sua equipa pratica Curso de ISO 17025

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CDHCN

Conteúdo do curso

8 Capítulos • 36 AulasDuração entre 4 e 360 horas (você decide)

Capítulo 1Ver detalhes

Fundamentos da ISO 17025

  • Aula 1 • Terminologia e Definições Chave

    Apresenta o vocabulário preciso utilizado ao longo da norma para evitar interpretações erradas. A terminologia exata é fundamental para todas as atividades de conformidade subsequentes.

  • Aula 2 • Introdução à Acreditação Laboratorial

    Aborda o conceito de acreditação, a sua distinção da certificação e a sua importância. Liga os formandos aos motores regulamentares e comerciais que impulsionam a adoção da ISO 17025.

  • Aula 3 • História e Evolução da ISO 17025

    Traça o desenvolvimento da norma desde os guias anteriores até à sua versão atual. Fornece contexto para compreender por que razão existem cláusulas específicas e como evoluíram.

  • Aula 4 • Estrutura e Âmbito da Norma

    Decompõe a arquitetura de cláusulas da norma e define a sua aplicabilidade. Os formandos mapeiam cada cláusula para uma área funcional das operações laboratoriais.

Capítulo 2Ver detalhes

Requisitos Organizacionais e Estruturais

  • Aula 1 • Identidade Legal e Organizacional

    Define os requisitos para a responsabilidade legal e documentação organizacional. Estabelece a estrutura de base que todos os laboratórios devem demonstrar a um organismo de acreditação.

  • Aula 2 • Imparcialidade e Conflito de Interesses

    Aborda as ameaças à imparcialidade e os mecanismos para as identificar e mitigar. A imparcialidade é um requisito não negociável diretamente avaliado durante as auditorias.

  • Aula 3 • Funções, Responsabilidades e Autoridade

    Mapeia as funções obrigatórias, incluindo diretor do laboratório, gestor técnico e gestor da qualidade. Linhas de autoridade claras previnem lacunas na responsabilização durante auditorias e operações.

  • Aula 4 • Confidencialidade e Segurança da Informação

    Descreve as obrigações de proteção dos dados dos clientes e da informação laboratorial. Liga os requisitos de confidencialidade à norma e aos princípios mais amplos de proteção de dados.

Capítulo 3Ver detalhes

Requisitos de Recursos

  • Aula 1 • Rastreabilidade Metrológica

    Explica a cadeia ininterrupta de calibrações que ligam as medições a padrões nacionais. A rastreabilidade é um requisito técnico central avaliado em todos os âmbitos de acreditação.

  • Aula 2 • Produtos e Serviços Fornecidos Externamente

    Aborda a aquisição, avaliação e monitorização de subcontratados e fornecedores. As atividades subcontratadas devem cumprir os mesmos padrões de qualidade que o trabalho interno.

  • Aula 3 • Instalações e Condições Ambientais

    Especifica requisitos para o espaço físico, monitorização ambiental e controlo de acesso. Instalações inadequadas invalidam diretamente os resultados de ensaio e calibração.

  • Aula 4 • Gestão de Equipamento

    Estabelece requisitos para a identificação, calibração e manutenção de equipamentos. A gestão adequada de equipamentos é central para demonstrar a rastreabilidade metrológica.

  • Aula 5 • Competência e Formação do Pessoal

    Define critérios de competência para todo o pessoal que executa ou influencia atividades laboratoriais. Os registos de competência são uma fonte primária de evidência durante as avaliações de acreditação.

Capítulo 4Ver detalhes

Requisitos de Processo: Pré-Exame

  • Aula 1 • Revisão de Pedidos e Contratos

    Define como os laboratórios devem rever os pedidos dos clientes para confirmar a capacidade e disponibilidade de recursos. A revisão de contratos previne desfasamentos de âmbito e disputas com clientes.

  • Aula 2 • Seleção e Validação de Métodos

    Aborda a seleção de métodos normalizados, métodos internos e requisitos de validação para cada um. Os dados de validação de métodos suportam diretamente a credibilidade técnica dos resultados.

  • Aula 3 • Procedimentos de Amostragem

    Aborda os requisitos para planos de amostragem, colheita de amostras e documentação. Os erros de amostragem propagam-se por todo o processo de medição se não forem controlados.

  • Aula 4 • Manuseamento e Preservação de Amostras

    Especifica os requisitos de identificação, transporte, armazenamento e eliminação para amostras. O manuseamento adequado mantém a integridade da amostra e protege a validade dos resultados.

Capítulo 5Ver detalhes

Requisitos de Processo: Exame e Resultados

  • Aula 1 • Reporte de Resultados

    Especifica o conteúdo obrigatório e opcional dos relatórios de ensaio e certificados de calibração. Relatórios conformes protegem o laboratorio legalmente e comunicam resultados de forma inequívoca.

  • Aula 2 • Estimativa da Incerteza de Medição

    Introduz o conceito, fontes e cálculo da incerteza de medição para resultados de ensaio. O reporte de incerteza é obrigatório para calibração e cada vez mais esperado para ensaios.

  • Aula 3 • Garantir a Validade dos Resultados

    Aborda técnicas de controlo de qualidade, incluindo cartas de controlo, ensaios de proficiência e análises de réplicas. A monitorização contínua da validade deteta desvios antes de estes afetarem os resultados dos clientes.

  • Aula 4 • Gestão de Trabalho Não Conforme

    Define como identificar, conter e resolver trabalho que não cumpre os requisitos. O tratamento eficaz de não conformidades impede que resultados inválidos cheguem aos clientes.

  • Aula 5 • Registos Técnicos e Dados Brutos

    Define os requisitos para a captura, armazenamento e proteção de observações e dados originais. Registos rastreáveis são a principal evidência da integridade das medições durante as auditorias.

Capítulo 6Ver detalhes

Pensamento Baseado no Risco e Oportunidades

  • Aula 1 • Identificação e Exploração de Oportunidades

    Muda o foco da prevenção de riscos para a identificação proativa de oportunidades de melhoria. A gestão de oportunidades suporta a expansão do âmbito e a melhoria da qualidade do serviço.

  • Aula 2 • Comunicação e Reporte do Risco

    Aborda como a informação sobre riscos é comunicada à gestão e documentada para os auditores. O reporte transparente de riscos demonstra uma governação madura do sistema de qualidade.

  • Aula 3 • Aplicação do Risco aos Processos Laboratoriais

    Mapeia a avaliação de riscos para processos laboratoriais específicos, incluindo amostragem, ensaio e reporte. A análise de riscos ao nível do processo previne falhas antes de estas gerarem não conformidades.

  • Aula 4 • Fundamentos da Gestão de Risco

    Introduz a identificação, avaliação e tratamento de riscos num contexto laboratorial. O pensamento baseado no risco substitui os requisitos de ação preventiva prescritivos de versões anteriores.

Capítulo 7Ver detalhes

Requisitos do Sistema de Gestão

  • Aula 1 • Controlo dos Documentos do Sistema de Gestão

    Especifica como os documentos são revistos, atualizados e retirados para evitar a utilização de versões obsoletas. As falhas no controlo de documentos estão entre as constatações de auditoria mais comuns.

  • Aula 2 • Programa de Auditoria Interna

    Define o planeamento, condução e reporte de auditorias internas a todas as atividades laboratoriais. As auditorias internas são a principal ferramenta de autoavaliação antes das revisões externas de acreditação.

  • Aula 3 • Processo de Revisão pela Gestão

    Aborda os inputs, outputs e requisitos de frequência para reuniões formais de revisão pela gestão. A revisão pela gestão garante o compromisso ao mais alto nível e impulsiona melhorias sistémicas.

  • Aula 4 • Ações Corretivas e Melhoria Contínua

    Aborda a análise de causa raiz, planeamento de ações corretivas e verificação da eficácia. A melhoria sistemática distingue laboratórios de alto desempenho dos que são minimamente conformes.

  • Aula 5 • Conceção do Sistema de Documentação

    Estabelece a hierarquia de políticas, procedimentos e instruções de trabalho necessários. Um sistema de documentos bem estruturado é a espinha dorsal de um desempenho laboratorial consistente.

Capítulo 8Ver detalhes

Processo de Acreditação e Preparação para Auditoria

  • Aula 1 • Preparação Pré-Avaliação

    Aborda a análise de lacunas, compilação de evidências e preparação do pessoal antes da avaliação inicial. Um trabalho de pré-avaliação minucioso reduz o número de constatações durante a revisão formal.

  • Aula 2 • Ciclos de Vigilância e Reavaliação

    Explica as visitas de vigilância contínuas, extensões de âmbito e requisitos periódicos de reavaliação. Manter a acreditação requer prontidão contínua, não apenas conformidade inicial.

  • Aula 3 • Resposta a Não Conformidades

    Fornece uma abordagem estruturada para analisar, corrigir e encerrar não conformidades levantadas pelos avaliadores. Respostas atempadas e credíveis são críticas para alcançar decisões de acreditação.

  • Aula 4 • Candidatura à Acreditação e Definição do Âmbito

    Explica como definir o âmbito de acreditação, selecionar um organismo de acreditação e submeter uma candidatura. Erros na definição do âmbito causam atrasos dispendiosos e reavaliações.

  • Aula 5 • Processo de Avaliação no Local

    Descreve a sequência de reunião de abertura, revisão documental, ensaio testemunhado e reunião de encerramento. Compreender as expectativas dos avaliadores reduz a ansiedade e melhora o desempenho.

Certificação

Seu certificado válido de conclusão

Este curso é para si:

  • Técnico de laboratório: pronto para compreender o enquadramento de conformidade subjacente às tarefas diárias.

  • Gestor da qualidade: responsável pela construção ou manutenção de um sistema laboratorial acreditado.

  • Gestor de laboratório em transição: a passar do trabalho técnico para uma função de liderança de conformidade.

  • Profissional de assuntos regulamentares: a expandir os conhecimentos para os requisitos de acreditação laboratorial.

  • Recém-licenciado em ciências: a iniciar uma carreira laboratorial num setor da indústria regulamentada.

  • Consultor ou auditor: a adicionar conhecimentos da ISO 17025 a um portefólio de qualidade existente.

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Perguntas Frequentes

Quem é a Dedika?

O certificado é válido em Angola?

Os cursos são gratuitos?

Qual é a carga horária do curso?

Como são os cursos?

Como funcionam os cursos?

Qual é a duração dos cursos?

Qual é o custo ou preço dos cursos?

O que é um curso EAD ou online e como funciona?

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